A professora Eliana, nos mostrou um vídeo “Ilhas das flores”. Que mostrava o desperdício de comida, eu pude perceber uma coisa ou um alimento que não serve para um muitas vezes é o do outro, a conclusão q eu teve foi que muitas vezes reclamamos de tudo em quanto têm tantos que fazia ou faz de tudo para te a metade do que temos.
3º ano Rotary,Equipe Olho°
aew galera esse aqui é um dos blogs do 3º ano,destinado a divulgação dos trabalhos e atividades disciplinares do colégio Rotary.sejam bem vindospaz
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A professora Eliana, nos mostrou um vídeo “Ilhas das flores”. Que mostrava o desperdício de comida, eu pude perceber uma coisa ou um alimento que não serve para um muitas vezes é o do outro, a conclusão q eu teve foi que muitas vezes reclamamos de tudo em quanto têm tantos que fazia ou faz de tudo para te a metade do que temos.
- Cada um por si e Deus por todos: pessoas orgulhosas que só pensão em si que não quer ou não tenta ajudar o outro.
- Eu sou eu, o resto é merda: são pessoas que querem ser melhor que outras, sabendo elas que para Deus somos todos iguais.
MAX FERNANDO
MAX FERNANDO
Variação Histórica
Acontece ao longo de um determinado período de tempo, pode ser identificada ao se comparar dois estados de uma língua. O processo de mudança é gradual: uma variante inicialmente utilizada por um grupo restrito de falantes passa a ser adotada por indivíduos socioeconomicamente mais expressivo. A forma antiga permanece ainda entre as gerações mais velhas, período em que as duas variantes convivem; porém com o tempo a nova variante torna-se normal na fala, e finalmente consagra-se pelo uso na modalidade escrita. As mudanças podem ser de grafia ou de significado.
variaçao geografica
Trata das diferentes formas de pronúncia, vocabulário e estrutura sintática entre regiões. Dentro de uma comunidade mais ampla, formam-se comunidades linguísticas menores em torno de centros polarizadores da cultura, política e economia, que acabam por definir os padrões lingüísticos utilizados na região de sua influência. As diferenças lingüísticas entre as regiões são graduais, nem sempre coincidindo com as fronteiras geográficas.
Variação Social
Agrupa alguns fatores de diversidade: o nível sócio-econômico, determinado pelo meio social onde vive um indivíduo; o grau de educação; a idade e o sexo. A variação social não compromete a compreensão entre indivíduos, como poderia acontecer na variação regional; o uso de certas variantes pode indicar qual o nível sócio-econômico de uma pessoa, e há a possibilidade de alguém oriundo de um grupo menos favorecido atingir o padrão de maior prestígio.
Variação Estilística
Considera um mesmo indivíduo em diferentes circunstâncias de comunicação: se está em um ambiente familiar, profissional, o grau de intimidade, o tipo de assunto tratado e quem são os receptores. Sem levar em conta as graduações intermediárias, é possível identificar dois limites extremos de estilo: o informal, quando há um mínimo de reflexão do indivíduo sobre as normas lingüísticas, utilizado nas conversações imediatas do cotidiano; e o formal, em que o grau de reflexão é máximo, utilizado em conversações que não são do dia-a-dia e cujo conteúdo é mais elaborado e complexo. Não se deve confundir o estilo formal e informal com língua escrita e falada, pois os dois estilos ocorrem em ambas as formas de comunicação.
As diferentes modalidades de variação lingüística não existem isoladamente, havendo um inter-relacionamento entre elas: uma variante geográfica pode ser vista como uma variante social, considerando-se a migração entre regiões do país. Observa-se que o meio rural, por ser menos influenciado pelas mudanças da sociedade, preserva variantes antigas. O conhecimento do padrão de prestígio pode ser fator de mobilidade social para um indivíduo pertencente a uma classe menos favorecida.
MAX FERNANDO
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